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Vida marinha devastada próximo ao derramamento da BP

06/11/2010
rainbirdrj
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NOVA ORLEANS

– Pela primeira vez, cientistas federais encontraram danos ao mar de corais e outras esp?cies marinhas no fundo do oceano a varios quilometros a partir da plataforma estourada da BP  e um forte indicio de que os danos do vazamento pode ser significativamente maiores do que os funcionarios ja haviam reconhecido.

Testes sao necessarios para verificar se os corais morreram de oleo que vazou no Golfo do Mexico apos a explosao da sonda Deepwater Horizonte, mas o principal cientista que liderou a expediçao financiada pelo governo nesta sexta-feira ele estava convencido de que era relacionado.

“O que temos neste momento é a arma fumegante”, disse Charles Fisher, um biologo com a Penn State University que liderou a expediçao, a bordo do Ronald Brown, a National Oceanic and Atmospheric Administration navio de pesquisa.

“Ha uma abundancia de dados circunstanciais que sugerem que o que aconteceu esta relacionado com o derrame de petroleo”, disse Fisher.

Para o governo, os resultados foram diferentes das declaraçoes anteriores. Ate agora, as equipes federais estavam relativamente otimistas sobre o efeito do derramamento no mar e de seu ecossistema, dizendo que nao havia encontrado qualquer dano no fundo do oceano.

No inicio de agosto, um relatorio federal disse que quase 70 por cento dos 170 milhoes de galoes de petroleo que jorrou do poço para o mar havia dissolvido naturalmente, ou foi queimado, desnatado, dispersos ou capturados, com quase nada a ver – pelo menos em cima da agua. O relatorio foi explodido pelos cientistas.

A maioria do fundo do Golfo é barrenta, mas colonias de corais que aparecem de vez em quando sao oasis vital para a vida marinha nas profundezas do oceano gelado.

Coral é essencial para o Golfo porque ele fornece um habitat para peixes e outros organismos, tais como caracois e caranguejos, fazendo com que qualquer morte em grande escala de um problema para muitas especies de corais. Ele pode precisar de anos, ou mesmo decadas, para voltar a crescer.

“Faz frio na parte inferior, e as coisas nao crescem tao rapidamente”, disse Paulo Montagna, um cientista marinho da Harte Research Institute para o Golfo do Mexico estudos da Texas A & M University em Corpus Christi. Ele nao estava na expediço.

Montagna disse que a area afetada é muito grande, ea capacidade dos cientistas para explorar com robos submarinos tao limitada que “nos nunca seremos capazes de ver tudo o que aconteceu la embaixo.”

Usando um robo chamado Jason II, os investigadores encontraram os corais mortos em uma area de ate 130 pes por 50 pes, cerca de 4.600 metros sob a superficie.

“Esses tipos de coral sao normalmente bonitos, coloridos”, disse Fisher. “O que se viu foi um campo de corais marrom com esqueleto exposto – branco, ofiuros enrolada ao redor do esqueleto, nao agitando os braços como se costuma fazer.”

Fisher descreveu os corais moles e duros eles encontraram sete milhas a sudoeste do poço como um cemiterio debaixo d’agua. Ele disse que, provavelmente, de petroleo passou o coral e o matou.

O coral tem “morrido ha meses”, disse ele. “O que estamos vendo ? uma combinaçao de tecidos pegajosos mortos e sedimentos. Gunk é uma boa palavra para o que é.”

Eric Cordes, um cientista da Universidade Temple marinhos sobre a expediçao, disse que seus colegas identificaram cerca de 25 outros locais nas proximidades do poço onde os danos semelhantes podem ter ocorrido. Uma expediçao esta prevista para o proximo mes para explorar esses sites.

Quando o coral esta ameaçado, a sua primeira reaçao é a liberaçao de grandes quantidades de muco, “e tudo é deriva na coluna de agua iria ficar ligado nesse muco”, disse Cordes. “E é isso que esta substancia (marrom), seria: Uma variedade de coisas ligadas no muco.”

Aproximadamente 90 por cento dos corais grande foi danificado, Fisher disse.

A expediçao foi financiada pelo Departamento de Energia dos Oceanos e da Administraçao Nacional Oceenica e Atmosferica. A missao faz parte de um estudo de quatro anos de profundidades do Golfo, mas foi ampliada este ano a olhar para os danos derramamento de oleo.

Em um comunicado divulgado quinta-feira, NOAA Administrador Jane Lubchenco disse que a expediçao destacaram que os danos a vida marinha do derramamento de oleo “nao e facilmente visto.” Ela acrescentou que mais pesquisas sao necessarias para ganhar “uma compreensao abrangente dos impactos para o Golfo.”

“Dada a natureza toxica do petroleo, bem como o montante sem precedentes de oleo derramado, seria surpreendente se nao encontramos danos”, disse ela.

NOAA nao forneceram quaisquer funcionarios ou de seus proprios cientistas, que passou a expediçao. A Mesa da Ocean Energy Management afirmou que sua pesquisadora sobre a expediçao nao estava disponavel.

Cordes disse que a expediçao nao encontrou evidencia visual dramatico do coral danos em outros locais a norte do poço. Mas ele disse que era prematuro dizer coral em outras partes do Golfo nao foi danificado.

As novas descobertas, porem, podem significar problemas a longo prazo para o sudoeste de coral do poço, onde os modelos de computador e os cruzeiros de pesquisa mapeou grande parte do petroleo em aguas profundas.

Referindo-se a um tipo de coral conhecido como “gorgenias,” Cordes disse que nunca tinha visto “voltar de ter perdido tao tecido muito. Teria que ser re-colonizaçao a partir do zero.”

HuffingtonPost.com

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