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Erwann Michel-Kerjan: G20 a apoiar a cria??o da Diretoria de Risco Nacional?

01/11/2011
rainbirdrj
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Olhando para a d?cada passada, n?o se pode deixar de perguntar sobre a s?rie de grande escala sem precedentes cat?strofes e crises que ocorreram em um per?odo t?o curto de tempo. Massivo ataques terroristas; inunda??es repetidas de magnitude sem precedentes; terremotos e tsunamis com in?meras mortes incont?veis; devastadores furac?es, tuf?es e tempestades em ?reas altamente povoadas; grandes cat?strofes tecnol?gicas e ambientais; pandemias de partida localmente, mas se espalhando para todos os continentes habitados em quest?o de semanas; crescimento sustentado de doen?as cr?nicas; hist?rica crises financeira e fiscal …. Ser? que os historiadores ver estes acontecimentos como um outlier na hist?ria humana recente, ou como um press?gio de que o s?culo 21 tinha reservado para n?s?
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Tome desastres naturais. Centenas de milhares de pessoas perderam suas vidas; milh?es de pessoas foram deslocadas; bilh?es foram severamente afetados economicamente. Perdas f?sicas diretas das cat?strofes naturais entre 2000 e 2010 foram mais de US $ 1 trilh?o. Se atingir alguns dos mais ricos (Jap?o) ou pobres (Haiti) pa?ses, esses desastres tiveram graves e duradouros impactos sociais, econ?micos e pol?ticos.

vulnerabilidade a cat?strofes

Nosso futuro n?o est? a abrandar, mas crescendo muito r?pido. Por qu?? Aumento da popula??o, a concentra??o de ativo e interdepend?ncia s?o os culpados aqui. Este ano chegamos a 7 bilh?es de pessoas no planeta Terra, um bilh?o a mais do que est?vamos em 1999. Nos pr?ximos 10 ou 15 anos, seremos 8 bilh?es. Uma grande parte deste aumento maci?o vive em grandes cidades, muitas das quais est?o localizadas em ?reas vulner?veis. Concentra??o de indiv?duos n?o gerenciado e bens ao longo de poucos quil?metros quadrados estar? propenso a perda concentrada grande (acho que de uma pandemia por exemplo). Finalmente, n?s continuamos a pressionar para a globaliza??o cada vez mais social e econ?mica, o que temos agora a um grau de interdepend?ncia nunca antes vista na hist?ria humana. Mas ao faz?-lo pode ter esquecido que n?o h? outro lado: os riscos est?o se tornando mais global, tamb?m. Uma cat?strofe que ocorre hoje em um continente provavelmente vai ter efeito cascata sobre os outros amanh?.

Ent?o, a menos que empreender ac??es concretas com sa?da mensur?veis ??para fazer coletivamente os nossos pa?ses mais resistentes a eventos extremos, muitos mais vir?o, e logo a seguir. Mais empresas em todo o mundo j? reconheceram a import?ncia de abordar os desafios associados com melhor avalia??o, preven??o e gest?o de tais eventos extremos. A maioria dos governos n?o t?m, no entanto. No melhor dos casos, os riscos continuam a ser geridos de silo (quando eles est?o em todos), cada sentimento minist?rio respons?vel pela “sua” riscos, mas n?o necessariamente ficar o quadro geral de riscos mais global interdependente, nem o impacto que a sua decis?o em como gerir um tipo de risco pode afetar os outros. Isto ? surpreendente porque a exposi??o dos governos de cat?strofes nas pr?ximas d?cadas ? em trilh?es de d?lares, uma figura se preocupar se o seu pa?s j? est? em execu??o um d?ficit grande ou ? praticamente ? beira da fal?ncia. Isso ? precisamente o pior momento poss?vel ter de gerir um desastre. Al?m disso, a m? gest?o desses riscos j? provou os resultados das elei??es de impacto, tamb?m, o que deve ser motivo de preocupa??o para os l?deres pol?ticos.

Mas ele n?o tem que ser assim. Todos os anos, trabalhando com o F?rum Econ?mico Mundial e v?rios colegas que priorizamos a de 30 para 40 riscos globais com o potencial de causar grande sofrimento humano e para cima de pelo menos US $ 10 bilh?es em EUA danos econ?micos. Discutimos esses riscos no agora amplamente divulgados relat?rio de Riscos Globais do F?rum Econ?mico Mundial, que identificou correctamente os riscos decorrentes de um colapso nos pre?os dos ativos (Janeiro de 2007) e de crises alimentares (Janeiro 2008) antes destes acontecimentos materializados, demonstrando que ? poss?vel pensar estrategicamente sobre os riscos globais.

Poderia o G20 tem um papel construtivo para jogar aqui? Eu acho que tem. Ent?o, o que pode ser feito? Juntamente com v?rios colegas Jovens L?deres Globais, propusemos duas medidas concretas que poderiam ser implementadas nos pr?ximos dois anos se for suportada pela vontade pol?tica suficiente.

Proposta 1:. Estabelecer uma nova Risk Officer Nacional (NRO) dentro de cada governo do G20
Este papel seria semelhante ao Chief Risk Officer no setor privado. O escrit?rio do NRO coordenaria em todo o pa?s para o futuro e gest?o de risco global. Especificamente, os v?os papel:

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? ? Identificar os riscos potenciais, especialmente aquelas que afetam v?rios departamentos do governo, em colabora??o com especialistas e setor privado.

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? ? Cria??o de um Mapa de Risco Nacional que quantifica e prioriza riscos de acordo com a incerteza, gravidade e inter-conex?o com outros riscos dom?sticos e globais.

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? ? Facilitar o di?logo entre entidades governamentais e do p?blico a n?vel nacional e internacional para assegurar que os principais riscos e os trade-offs entre elas sejam compreendidas e devidamente incorporados na tomada de decis?es e pol?ticas.

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? ? Fazendo CEOs das principais empresas respons?veis ??pela identifica??o dos riscos e propor solu??es, facilitando o interc?mbio de informa??es e pessoas entre os setores p?blico e privado.

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? ? Promover inova??es das empresas e da academia, a fim de desenvolver solu??es para reduzir a probabilidade de esses riscos globais e suas conseq??ncias.

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? ? Coordena??o resposta do governo em caso de uma grande cat?strofe, cujo impacto atravessa as responsabilidades dos v?rios departamentos.

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? ? Desenvolver ex ante uma estrat?gia nacional para o financiamento de cat?strofe.

O papel da National Risk Officer inicialmente poderia ser assumida por um membro s?nior da equipe dentro de um minist?rio das finan?as do pa?s ou no presidente ou primeiro-ministro do gabinete. A NRO devem ter acesso direto ao l?der do governo, assumindo uma posi??o potencialmente membro do gabinete no futuro. V?rios pa?ses est?o actualmente a estudar este conceito. Sugerimos tamb?m que 20 NROs atender formalmente como parte do processo da C?pula do G20.
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Proposta IMF?

A?? s Processo de Avalia??o M?tua concentra-se principalmente sobre as pol?ticas econ?micas e financeiras. Como outros riscos globais precisam ser abordadas, uma abordagem hol?stica para as medidas pol?ticas necess?rias para melhor antecipar e gerir esses riscos se tornar?o cada vez mais importante para ambos os governos nacionais e do G20. O G20 pode desempenhar um papel central na partilha de boas pr?ticas, o que poderia ent?o ser usada em muitos outros pa?ses tamb?m.

A c?pula Cannes tem o potencial de ser lembrado como um dos mais importantes, n?o s? por aquilo que ? realmente alcan?ado l?, mas tamb?m pelo que novas id?ias s?o introduzidas l?. H? d?vida de que ele tamb?m ser? visto por muitos l?deres no governo e ind?stria, e pela sociedade civil, como um teste para a nossa capacidade de redesenhar a governan?a global, passo a passo. N?o uma iniciativa ?nica ser? capaz de conseguir isso, mas a combina??o de v?rios bons podia. Estabelecer NROs e com base no processo de avalia??o m?tua do FMI deve ajudar.
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A id?ia pode ser desenvolvida no pr?ximo ano, em colabora??o com o governo do M?xico, que, ent?o, assumir a presid?ncia do G20. 2012 provavelmente veremos mudan?as importantes no cen?rio pol?tico internacional, com as elei??es nacionais na China, Fran?a, ?ndia, M?xico, os EUA, e R?ssia, todos os membros do G20. Mas o tempo est? passando. Eu prevejo que v?rios outros desastres de grande escala, provavelmente, atingiram-nos at? ao Outono de 2012.

NROs para a Gest?o de Risco Global ? uma das nove propostas que foram desenvolvidos para a presid?ncia francesa, Presidente deste ano G20, pela “Paris G20 Task Force Initiative” da comunidade do F?rum Econ?mico Mundial de Jovens L?deres Globais. Jill Otto (JP Morgan) e Kevin Lu (World Bank Group) tamb?m contribu?ram para a proposta.

Sobre o autor:

Um membro do F?rum de Jovens L?deres Globais, Erwann Michel-Kerjan de uma inst?ncia para a gest?o e financiamento de eventos extremos e aconselha multinacionais, governos e organiza??es internacionais ao redor do mundo sobre estas quest?es. Ele leciona na Wharton Business School (EUA) e ? Diretor do Risco da Wharton Center, um centro pioneiro nesse campo. Ele tamb?m ? professor visitante da Ecole Polytechnique francesa. Premiado autor, seus livros mais recentes incluem em guerra com o Tempo (www.atwarwiththeweather.com) e The Economist Irrational (www.theirrationaleconomist.com). Esta coluna

enfoca o surgimento de grandes cat?strofes e crises e algumas das quest?es pol?ticas relacionadas ? forma como melhor gerenci?-los coletivamente. Ele prop?e a cria??o de posi??es de risco nacional oficial governos do G20 para ajudar a coordenar a gest?o nacional e internacional de riscos global.

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