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A textura da terra

23/10/2010
rainbirdrj
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Carinhar as suas plantas, é conhecer a sua terra
Poucas plantas podem passar-se de terra, excepto nos Trópicos. Trata-se então de um elemento fundamental que se deve bem conhecer : não imaginaria alimentar um gato com feno? Para as plantas, é um pouco a mesma coisa !

Uma terra tem numerosas caraterísticas. Para o jardineiro, o mais importante é conhecer a sua textura e sua acidez. Numa terra ligeira e ácida, será necessário proceder de uma outra maneira que em terra pesada e alcalina. Três componentes regem a textura de uma terra : a argila, os limos e a areia.

A argila, pesada mas generosa
A argila torna a terra maleável, adesiva. As terras argilosas são às vezes chamadas “barro” ou “terra de olaria”. Queixámo-nos porque no inverno a argila é parecida com almácega e no verão, fende-se e fica dura. Trata-se no entanto de um tipo de solo muito produtivo, mas que é necessário descompactar. Nunca se deve acrescentar de areia ou de cascalho uma terra muito argilosa, sob pena de a transformar… em betão ! O contributo de turfa é possível mas difícil na prática, porque mistura-se mal com uma terra adesiva. É melhor alimentar a terra argilosa com matéria orgânica, como estrume decomposto, a enterrar. Um trabalho um puco penoso no início, mas que lhe garantirá um jardim luxuriante. Os buxos e numerosos arbustos de grande desenvolvimento apreciam este tipo de terra.

A areia, ligeira e magra
A areia tem pelo contrário uma textura muito lassa. É impossível formar um monte quando pressiona-se na mão. No verão, a terra arenosa tem tendência a formar uma poeira. No inverno, nunca cria poças, mesmo após uma forte chuva. Ao contrário da argila, a areia é pobre, porque os elementos nutritivos são provocados pelas chuvas, que lavam facilmente a terra. As terras arenosas são frequentemente ácidas, o que portante agrada às plantas de terra de urze: rododendros, azaleas, etc. Deverá em contrapartida trazer regularmente alimentos para alimentar as plantas, sob a forma de adubos, composto, de estrume, etc. Não é preciso fazer grandes contributos (nem grandes regas) dado que tudo vai ser levado em profundidade no solo, fora do alcance das plantas cultivadas.

O limo, bem equilibrado
Os limos são intermédiarios entre as argilas e a areia : uma terra limosa não é nem demasiada porosa, nem demasiada adesiva. Se dispuser de tal terra, poderá cultivar numerosas plantas, sem ter que alterar a textura do solo. Este tipo de solo não é contudo muito frequente, excepto perto dos cursos de água, em fundo de vale, em certas regiões do litoral, etc.

Na maior parte dos casos, a terra de jardim comportará estes três elementos (areia, limo, argila) em quantidades variáveis. É manipulando a terra, olhando como a água comporta-se, etc. que poderá determinar de que categoria o seu solo aproxima-se. Poderá então encarar “os correctivos” a trazer para melhorar-a, ou seja os elementos que vão lhe permitir alterar a sua estrutura : são as emendas.

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